A RUFINA

 

Performática, tresloucada, icônica. Assim era a Rufina, uma senhora negra e de origem humilde que ficou conhecida na cidade de Bagé pelo seu comportamento atípico e irreverente pelas ruas da cidade. Com um turbante na cabeça, batom vermelho, acessórios extravagantes e sempre com uma bolsa a tiracolo, Rufina desfilava sua loucura pelas ruas de Bagé/RS, cantando, dançando e declamando poesia, tornando-se assim uma figura conhecida e muito querida pela população local.
O nome da marca veio como uma homenagem a esta personagem que representa Bagé e o pampa, mas não no sentido caricato, e sim genuíno, por ser impregnado de signos locais e significados distintos.